Luciana Prado Fotografia

Recém-Nascido: o começo

Como disse aqui no blog, quero este ano criar o hábito entre meus clientes de retratar seus filhos recém-nascidos. Há dez dias, tive a primeira sessão com um lindo bebê de quatro semanas. Fiquei algumas horas na casa da família, fotografando o bebê, seus pais e seu irmão. É curioso como alguém tão pequenino representa uma infinidade de possibilidades de belos retratos. Gosto de fotografar o bebê, seu cantinho, a relação com os pais, encantados com o filho e os pequenos detalhes que o fazem tão particular: as expressões variadas, as mãos e pés tão pequenininhos, a pele tão suave, os olhos atentos, os movimentos ainda desajeitados, mas cheios de encanto.
No início da sessão, fui surpreendida: a mãe foi se ajeitar e pôs o bebê em meu colo. No início, espanto, “ai meu deus e se ele chora? Será que ainda sei carregar?” Afinal, já se passaram dez anos desde que a minha filha era tão pequenina (e vejam só a coincidência, ele nasceu exatamente no mesmo dia que ela, dez anos depois!) e meus sobrinhos também já estão grandes. Mas bastou um segundo para saber que é como andar de bicicleta, a gente nunca esquece. E que sensação gostosa é a de ter um recém-nascido nos braços: a mistura de responsabilidade, doação e delicadeza que eles pedem e merecem e que fazem com que, por um minuto, o mundo pare, as preocupações do dia-a-dia desapareçam e a gente só tenha olhos para esse ser tão puro. Eu me sinto muito honrada de participar desses momentos tão especiais na vida de meus clientes. Pude ver a alegria dos pais, o amor que eles dedicam ao filho, a relação dos irmãos que se inicia… Depois de algumas horas fotografando, voltei pra casa cansada, mas feliz, tendo testemunhado momentos tão especiais e, mais uma vez, transformado a vida em arte. Melhor ainda, pude reavivar as minhas lembranças desta fase tão maravilhosa e, ao olhar nos olhos de minha filha, saber que ela ainda me causa o mesmo efeito de quando era um pequeno bebê, porque a maternidade é um permanente exercício: de responsabilidade, doação e delicadeza… E por tudo isso, de muita felicidade…
Quando ela era um bebê, ainda não era fotógrafa. Mas já adorava retratos e queria registrar cada momento, cada detalhe. Lembro que nos três primeiros dias usei cinco filmes de 36 poses (parece mentira, mas há dez anos as câmeras digitais ainda não eram tão comuns). Tenho dois álbuns inteiros só com fotos desses primeiros dias. Eu adoro olhar esses álbuns, e ela também. Por isso digo e repito: não deixem de registrar, com muitas fotos, essa fase que passa tão rápido. Esse registro vai, com o passar dos anos, tornar-se cada vez mais valioso e será fonte de muitas boas recordações. Para saber mais sobre as sessões com recém-nascidos e marcar a sua, conheça o meu site e entre em contato.
Começo com a minha imagem favorita do dia:
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E só porque essa conversa toda me deixou com saudade, uma foto da minha linda pequena, dormindo em meus braços, direto do álbum de família.

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