Feliz Natal!
Desejo a todos os amigos, clientes e leitores aqui do blog um Natal muito feliz! Que neste dia se façam muitas fotos de momentos de alegria, amor, união e paz!
Blog da fotógrafa especializada em retratos de bebês, crianças e adultos.
Desejo a todos os amigos, clientes e leitores aqui do blog um Natal muito feliz! Que neste dia se façam muitas fotos de momentos de alegria, amor, união e paz!
Há dez anos, iniciei a jornada de minha vida. Há dez anos, me tornei mãe. Dia 14 de dezembro, minha filha completa dez anos. No momento que ela nasceu, minha vida mudou. Para melhor, muito melhor.
Há dez anos, iniciei também minha jornada na fotografia. Assim que olhei nos olhos dela, surgiu a necessidade de registrar cada momento de sua vida, traduzir em imagens a emoção que eu sentia. No início, as fotos não faziam juz às minhas pretensões, e eu decidi que ia aprender a linguagem das imagens. Comecei a pesquisar sobre fotografia na Internet, ler tudo o que podia sobre o assunto (tenho uma biblioteca de mais de 100 livros que acumulei nesses anos), e, quando me dei conta, já era uma fotógrafa.
Antes, eu escrevia. Trabalhava com redação, quase virei escritora, ensaiei ser autora de novelas! Veio Luísa, tudo mudou. Agora, escrevo com luz. Sim, esse é o significado da palavra fotografar: escrever com luz. A luz que eu descobri nos olhos de Luísa, que iluminou minha vida. Todas as fotos que faço são um pouco a foto dela. Todo o amor que eu registro pelas minhas lentes é reflexo do amor que sinto por ela. Dizem que nós, fotógrafos de retratos, nos revelamos em cada foto que fazemos. Que o retrato é tanto do fotógrafo quando do fotografado. Acredito nisso. Por isso me especializei em crianças e famílias, porque esse amor norteia minha vida.
Fiz este slide-show para mostrar essa jornada de dez anos em retratos. Usei a música “Slipping through my fingers”, do grupo Abba (que toca no filme Mamma Mia, que eu e ela adoramos!), porque me emociona sempre que escuto. Sim, a música pode ser meio brega, as atrizes desafinam quando cantam, mas é real e é assim que sinto. Quando a mãe fala da emoção de ver a filha saindo cedo de casa para a escola, mochila nas costas, lembro dela aos três anos, primeiro dia de aula, pedindo pra ficar na escola: “Mamãe, pode ir pra casa que eu já “se” acostumei”! E eu, disfarçando as lágrimas com um sorriso orgulhoso, descobri que a criança era eu, que aprenderia com minha pequena todos os dias…
Ela cresce tão rápido. Mais rápido do que eu desejaria, gostaria de poder congelar cada fase, guardar cada sorriso, reviver cada primeira conquista. Quase não é mais criança, logo vou ter uma adolescente em casa… A música diz:
“Slipping through my fingers all the time
I try to capture every minute
The feeling in it
Slipping through my fingers all the time
Do I really see what’s in her mind
Each time I think I’m close to knowing
She keeps on growing
Slipping through my fingers all the time”
Eu tento capturar cada minuto
O sentimento que há
Sempre escorregando pelos meus dedos
Será que eu realmente sei o que ela pensa?
Cada vez que penso que estou perto de saber
Ela cresce mais um pouco
Sempre escorregando pelos meus dedos
É exatamente assim que sinto. Diariamente me surpreendo com a maturidade que ela mostra, com a profundidade que ela compreende o mundo, com a riqueza de sua imaginação, com seu senso de humor apurado e com a força que ela tem. Ela é sempre muito mais do que eu espero (e sim, mais teimosa e voluntariosa também, mas é assim que eu gosto!) e está sempre um passo à frente. Crescendo… Escorregando pelos meus dedos, sim, se preparando pro mundo inteiro que ela vai conquistar com seus inúmeros e visíveis talentos. Ela literalmente agora não quer segurar minha mão nem para atravessar a rua. Se algum conhecido estiver olhando, então… Ela deixa sua mão escorregar discretamente de dentro da minha e vai, grande que se acha, seguir seu caminho na vida. Não importa. Meu coração já está para sempre envolvido por seus dedinhos redondos e macios. E vou estar sempre ao lado dela, esperando aqueles momentos que sempre vão existir, em que ela, meu bebê de novo, pede colo e me abraça forte.
E a música termina:
“Sometimes I wish that I could freeze the picture
And save it from the funny tricks of time”
Eu gostaria de poder congelar cada quadro
E preservá-lo dos truques do tempo…
Como fotógrafa, eu posso! E é por isso que amo o que faço. Este post é para você, meu amor. A minha menininha faladeira e cheia de personalidade, de cabelos cacheados, com olhos de cor de bolinha de gude, que nasceu exatamente como eu sonhava que fosse! E que a cada dia destes dez anos superou todos os meus sonhos! Amo você!
Uma questão importante nesses tempos de fotografia digital é a calibragem do monitor. Quem vê e edita fotos no computador precisa investir um tempinho na regulagem do seu equipamento. Existem variações enormes na forma de exibição das fotos em diferentes monitores. Cada pessoa regula de um jeito, outros nem regulam, deixam com a configuração de fábrica (que geralmente é péssima para visualizar fotos). Se você já prestou atenção na loja de televisores, onde dezenas de aparelhos, ligados no mesmo canal, mostram imagens com cores, brilho e contraste completamente diferentes, sabe bem do que estou falando. Para fazer um rápido teste quanto ao brilho e contraste do seu monitor, observe a tabela abaixo. Você deve ser capaz de perceber as diferenças entre todos os quadrados, para perceber corretamente a luminosidade das fotos.
Já posso adiantar que a maioria das pessoas usa monitores com excesso de brilho. Esse é um ajuste fácil, geralmente no próprio monitor existem botões que regulam brilho e contraste. Procure deixar o brilho no mínimo e o contraste no máximo, sempre observando a tabela acima e vendo as variações que ocorrem. É importante que você possa diferenciar todos os quadrados, percebendo a mudança de tonalidade.
Quanto à cor, é difícil fazer qualquer suposição: existem monitores que puxam para o vermelho, outros para o azul, alguns têm saturação excessiva de cores, outros mostram cores apagadas. Se você perceber alguma tonalidade de cor, mesmo que muito leve, nos quadradinhos acima, que são variados tons de cinza, já vai saber que seu monitor está com um desvio nessa direção.
Fotógrafos profissionais usam um equipamento específico para a calibragem do monitor (chamado colorímetro) e fazem gerenciamento de cores. É o que eu faço, e isso garante que o que eu vejo em meu monitor seja igual ao que será impresso pelo laboratório fotográfico. Claro que dentro de um limite, já que sempre vai existir uma diferença entre a tela, que emite luz, e o papel. Além disso, trabalho em ambiente iluminado com uma lâmpada neutra, para poder avaliar as cores sem interferências de cor. Nossos olhos se adaptam às diferentes temperaturas da luz, e compensam quando a luz é amarelada ou azulada, podendo nos levar a avalições erradas quanto à correção das cores.
Para quem tem a fotografia como hobby ou gosta de ver fotos na web, recomendo uma alternativa que não é perfeita, mas já ajuda bastante: um software gratuito que faz a calibragem do monitor. Quem se interessar, pode baixar o programa aqui. Basta seguir as instruções na tela e fazer as alterações necessárias, de acordo com as instruções. É fácil e melhora bastante a fidelidade de exibição das imagens. Experimente! Quem usa photoshop tem também a opção de utilizar o Adobe Gama, que é instalado junto com o photoshop e pode ser encontrado no painel de controle do windows.
Uma boa forma de testar o resultado é comparar o arquivo no monitor com a foto impressa em um laboratório de qualidade.
Aos meus clientes, recomendo que façam pelo menos o ajuste de brilho e contraste, para que possam ver as provas de nossa sessão de fotos com maior fidelidade.
Abaixo, um exemplo das variações. O que você vê? Vc sabe qual é a foto correta em termos de brilho, contraste e cores? Será que você está vendo o que eu estou vendo? Calibre e descubra! Mas prepare-se para um boa surpresa! A maior parte das pessoas não tem noção de como está “descalibrada”!
Outra sessão maravilhosa. Quando cheguei à casa, o primeiro membro da família que conheci foi o bebê, de um ano e meio. Quando ele sorriu para mim, mostrou a foto do pai e da mãe e disse: “papai e mamãe”, como se estivesse me apresentando a família, já sabia que a sessão seria um sucesso. Depois, algumas coincidências mostraram que este mundo é mesmo um círculo, que estamos todos ligados numa mandala.
A intenção dessa sessão era registrar a família, a gravidez da mãe e os últimos momentos de exclusividade do filho único, que breve será promovido a irmão mais velho: até uma camiseta especial ele já tem anunciando a novidade!
A decoração do quarto dele é baseada no “Pequeno Príncipe”. Na parede, um quadrinho diz: “O essencial é invisível aos olhos”, frase famosa de Antoine de Saint-Exupéry. Quando, já de volta à minha casa, vi as fotos da sessão, tive que discordar do autor: o essencial é visível aos olhos. Quem vê essas fotos, vê claramente tudo que é essencial e está muito além da superfície: o amor que une esse casal, que forma essa família, que faz do pequeno esse encanto que ele é. Amor assim transborda, se multiplica e é assim que eu tenho certeza virá ao mundo mais uma criança feliz! Que seja bem-vindo!
Como prometi, começo hoje a série sobre dicas de fotografia. Lembro aqui que a intenção não é transformar ninguém em fotógrafo, e sim abrir os olhos para aqueles pequenos detalhes que podem fazer grande diferença nas suas fotos.
A primeira e mais importante dica: quando quiser fazer um belo retrato de alguém, desligue o flash. Nas câmeras compactas, a opção mais comum é deixar o flash no automático, e muitas vezes ele brilha em momentos totalmente desnecessários, destruindo a luz natural que é muito mais bonita e dá mais personalidade às fotos. A luz do flash é dura e uniforme, iluminando fundo e modelo com a mesma intensidade; ela deixa tudo chapado, sem dimensão. A luz natural modela, envolve, revela e esconde num delicado jogo de luz e sombra. Experimente brincar com ela. O primero passo é procurar o manual de sua câmera e ver como deixar o flash desligado.
Claro que não adianta desligar o flash e querer fazer o retrato onde não há luz, como dentro de casa, quarto escuro, lâmpada acesa. Acredite, o resultado não vai ser digno de aparecer no seu álbum. Como a intenção aqui é facilitar as coisas, vou dar o mapa da mina e dizer um lugar onde você certamente encontrará uma bonita luz natural: perto de uma janela. A hora do dia não importa, desde que não entre luz direta do sol no cômodo. O que precisamos aqui é daquela luz indireta, que traz claridade. Se vc estiver vendo os raios de sol no chão, limites definidos entre a área de luz e sobra, procure outra janela, do lado oposto da casa.
Posicione seu modelo perto da janela. Observe o efeito da luz em seu rosto. Percaba o reflexo da janela nos olhos. Posicione o rosto de forma que ele não esteja paralelo à janela, e sim numa posição diagonal em relação a ela, para criar áreas de luz e sombra. Varie a proximidade do modelo em relação a janela, para perceber o efeito dessa distância na qualidade da luz.
Lembre-se de segurar firme a câmera, se vc puder ancorar os braços melhor ainda, para evitar fotos tremidas. Treine primeiro com um adulto ou criança maior, alguém que tenha paciência para posar enquanto você estuda o efeito da luz em seu rosto. Faça várias fotos, inclusive uma com flash para perceber a diferença. Depois mande o resultado aqui para o blog, os exemplos mais legais eu vou publicar aqui neste post. Mande duas fotos: a que vc mais gostou e aquela em que você usou o flash.
Só para completar, vou esclarecer que não sou contra a existência do flash. Se você estiver se perguntando quando ele é bem-vindo, a resposta é simples: para registrar aqueles momentos importantes em que sem ele não conseguíriamos luz suficiente para fotografar. Se é a festinha de escola de seu filho, a criançada dançando num ginásio escuro, não tenha dúvidas: ligue o flash sem culpa. Se não fizer isso e estiver usando uma compacta no automático, vai fazer fotos tremidas e escuras. Nem todas as fotos têm que ser uma obra de arte, é importante lembrar. Muitas vezes o que vale é poder registrar um momento.
E só para lembrar: o flash tem uma distância máxima de alcance. Isso significa que, no caso do flash interno de uma câmera campacta, ele alcança em torno de três ou quatro metros. Sabe aquelas milhares de pessoas num show, tentando fotografar o palco distante com flash? Estão todas iluminando as cabeças dos que estão sentados nas fileiras à sua frente…
A seguir, duas fotos feitas com poucos segundos de diferença, mas totalmente diferentes.

Não há amor mais forte que o de uma mãe por seu bebê. E poder testemunhar essa relação é um grande prazer. Tive a sorte de fazer uma sessão de fotos onde tudo era perfeito e o amor tão grande que era quase palpável, deixando meu trabalho tão fácil que nem trabalho parecia!
Adorei os momentos que passei fotogrando este lindo bebê!
A mãe, emocionada e inspirada pelas fotos, escreveu um pequeno texto para o filho, dizendo:
“queria que ele coubesse sempre nos meus braços… desse jeitinho de hoje… Não quero dizer: “Meu filho não cresça!” Eu quero que você cresça feliz e saudável…. mas que de repente, naquele momento em que olharmos um para o outro, você volte a ser pequenino, para que eu coloque você no meu abraço apertado… no meu beijo sem fim… e assim o tempo parar…
É isso mesmo, só quem é mãe entende: a gente quer que o filho cresça, siga para a vida e seja feliz, mas ao mesmo tempo queremos congelar esses instantes fugazes da ligação mais profunda que existe. Quem tem ou teve um filho bebê em seu colo, olhando com aquele olhar ao mesmo tempo doce e intenso de puro amor e admiração, sabe o que é essa vontade de parar o tempo. Aí é que entra a fotografia, que tem esse poder de eternizar um instante, de fazer com que esses momentos fiquem registrados para sempre!
E só pra completar, além de lindo, como vocês vão poder constatar nas fotos abaixo, ele é simpático, tranquilo, não chora e dorme a noite inteira!
Eu disse que foi perfeito…
Há pouco mais de um mês fui contatada para fazer uma sessão de fotos em Indaiatuba, cidade próxima a São Paulo. Um dos motivos desta sessão era preservar para a posteridade os maravilhosos cachinhos deste pequeno, antes que o calor do verão obrigasse a tesoura a entrar em ação. A primeira data que marcamos teve que ser adiada, por conta de uma chuva forte que caiu na região. Mas valeu a pena esperar: uma semana depois, um lindo sábado de sol iluminou as fotos com uma luz maravilhosa. Mas o brilho maior foi a beleza do pequeno modelo interagindo com a locação escolhida, uma linda casa construída com muito amor pelos donos! Para cada lado que eu olhava, via uma foto maravilhosa, cada cantinho era feito com muito capricho e cuidado com muito carinho. Deu vontade de fazer as malas e mudar de São Paulo!
Foi uma manhã deliciosa, mais uma daquelas que me fazem ter certeza que a minha profissão é a melhor de todas: cercada de beleza e simpatia, fazendo o que eu mais gosto: traduzir a infância em imagens! Foi maravilhoso testemunhar o encantamento deste pequeno com o mundo, que se refletia lindamente nos olhos de uma cor inacreditável que ele tem. A mãe adorou o resultado e disse que fará uma sessão de fotos com o filho todos os anos daqui para a frente. Mal posso esperar para ver este pequeno crescer através das minhas lentes!
Aproveito para lembrar que estou disponível para fazer sessões de fotos em outras cidades. Quem se interessar, basta entrar em contato para saber as condições e a taxa de deslocamento de acordo com a localização.
A seguir, as fotos. A primeira é para mostrar os tais cachinhos, já que foi graças a eles que tivemos esta maravilhosa sessão! ![]()

Muita gente diz que adoraria ter um fotógrafo a tiracolo em todos os momentos importantes de sua vida. Que as fotos que tiram não fazem juz aos instantes que queriam registrar. Que sempre tem a impressão que o momento capturado não corresponde à lembrança que tem da cena. Muitos me contratam porque dizem que não conseguem traduzir a beleza e a poesia que vêem na vida em suas fotos. Outros, compram câmeras caríssimas achando que isso resolveria seus problemas e que, magicamente, de um dia para o outro, tornariam-se fotógrafos só porque seriam donos de um equipamento sofisticado. Ledo engano. Da mesma forma que ser dono de um piano não faz de ninguém um pianista, possuir uma câmera dita profissional não faz de ninguém um fotógrafo. É preciso ter o dom do olhar e o conhecimento profundo do seu instrumento de trabalho. Quem quer ser fotógrafo tem que se dedicar ao estudo e saber trilhar com humildade o caminho do aprendizado para poder alcançar seu objetivo. Quem quer apenas melhorar suas fotos, deve se preocupar mais com o olhar do que com o equipamento e seguir algumas recomendações básicas.
Pensando nessas pessoas, vou iniciar uma série de posts com dicas preciosas que vão fazer toda a diferença nas fotos do dia-a-dia. Mas não esqueça, sempre que puder, contrate um fotógrafo profissional. E transforme suas lembranças em arte!
Ser fotógrafa é um privilégio, disso eu sempre soube. Trabalho com a emoção mais pura. Crio memórias e registro a história de crianças, casais, famílias… Tudo começa no momento da sessão, quando tenho a honra de compartilhar momentos onde o amor é sempre evidente. Depois, em casa, sozinha em frente ao computador, editando as fotos e preparando a apresentação final, volto a me emocionar, muitas vezes chego a ficar com lágrimas nos olhos, tanto que me envolvo e identifico com as imagens que crio. Eu me entrego ao que faço de corpo e alma, e busco sempre a emoção mais profunda. Fotografo cada família, cada história, como se fosse a minha. Meu olhar se encanta sempre como se fosse a primeira vez, a primeira sessão, a primeira foto.
Frequentemente, meus clientes relatam que choram ao ver as fotos pela primeira vez. Acho que esse meu é um dos poucos trabalhos que quando o cliente chora é elogio! Na minha família, brincam dizendo que eu só considero o meu dever cumprido quando levo o cliente às lágrimas. De certa forma é verdade: meu objetivo é registrar a história de quem me procura com arte e muita sensibilidade! Fico realizada quando percebo que a emoção que sinto em meu trabalho transparece nas fotos e vai ficar para sempre preservada, ajudando a construir uma história.
Hoje tive mais uma prova que retratar a emoção é um privilégio. Hoje, pela primeira vez, ao entregar um trabalho, recebi uma rosa, em reconhecimento pela emoção provocada pelas fotos que fiz! O gesto tão delicado e carinhoso me fez sorrir o dia inteiro! Fiquei feliz e realizada! O trabalho em questão, vocês verão logo logo aqui no blog. Posso garantir que vão ficar encantados!
A seguir, uma foto da minha mesa de trabalho, hoje muito mais linda enfeitada pela minha rosa!
À amiga que me proporcionou essa alegria, mais uma vez, muito obrigada! E falando em fotos, história e emoção, vocês também podem ver abaixo, à esquerda do monitor, num porta-retrato, uma foto minha com a minha pequena flor, a minha filha linda a quem eu aproveito para desejar um Feliz Dia das Crianças! Mais um dia feliz da nossa história!
É normal, no momento da sessão, que os pais fiquem ansiosos se os pequenos não sorriem o tempo todo para as fotos. “Mas ele é tão sorridente em casa”, dizem eles, enquanto fazem macaquices atrás das câmeras para arrancar um sorriso das crianças. Eu sempre peço: relaxem e deixem a criança à vontade. É importante registrar todas as expressões. Invariavelmente, quando vêem pela primeira vez as provas, sempre se surpreendem com a beleza das fotos em que a criança está séria ou introspectiva e acabam gostando tanto dessas quando daquelas que têm o tão valorizado sorriso! Quando a criança não sorri, são os olhos que falam, brilham e resplandecem, dominando as atenções. E a emoção toma conta…